domingo, 28 de julho de 2013

não tô triste, mas também não tô normal.

Me bateu uma sensação estranha hoje. Um sentimento que não me esbarrava a pelo menos uns 4 anos, eu acho. Não que eu tenha voltado a sentir a exata "emoção" que eu sentia naquele tempo por essa pessoa específica, mas não sei, o fato de ter visto de uma forma que eu não via a muito tempo mexeu em algo que me provocou certa dor ou angústia (não sei bem ao certo), simplesmente por ter me feito recordar uma época que ao mesmo tempo me dá saudades e alívio, por conta de ter sido muito boa e ter acabado de uma forma tão súbita e ruim, eu diria.
Essa coisa doida que se apossou de mim hoje tá longe de ser uma recaída ou algo do tipo, mas trouxe á tona coisas das quais eu tinha esquecido, dores que eu não sentia a muito e "amores" que em algum momento da minha vida foram de extrema importância, mas que hoje não me despertam mais nenhum sentimento real e duradouro.
Eu sinto falta de pessoas que eu julgava importantes e simplesmente sumiram. Eu sinto saudades daquela época intensa, frustrante e ao mesmo tempo agradabilíssima que escorreu entre os meus dedos e que agora foi lembrada por causa dessa sensação doida - que felizmente já tá passando -.

:T

sexta-feira, 26 de julho de 2013

a vida precisa de um pouco mais de graça e de encanto.. mas tá difícil.

Tô, particularmente, de cara e revoltada com algumas coisas bem distintas. O fato de não existirem mais pessoas que valem a pena me faz perder as poucas esperanças que me restam. Falo isso sem drama, é a pura verdade. Mas né, acredito naquele velho e sempre repetido ditado: 'existe um chinelo velho pra todo pé cansado' ou algo assim. HAHAHAH Tô procurando meu pé cansado - acho que eu tenho mais cara de chinelo do que de pé, rs - mas tá difícil, ô se tá. Lamentações a parte, o que mais me incomoda também envolve isso, mas é maior: as enormes injustiças da vida. Juro, depois do arrebatamento, vou pedir pra conversar de pertinho com Deus, pra ele me esclarecer alguns detalhes, claro, se não for muito incômodo.
Gente que trai acha que precisa ser valorizada, gente trouxa fala de amizade, gente sem escrúpulos querendo respeito. Gente sem caráter se achando digna/merecedora de alguém. Isso só me confirma que eu não preciso conhecer mais ninguém. Tô feliz e satisfeita com os meus amigos, tenho muita sorte de tê-los comigo, ainda bem. Até porque sobre outro quesito tenho é muito azar, isso sim.
Ô vida injusta.. mas eu sei, Deus tarda, mas não falha. Deus não demora, capricha.
E pra essa gente aí, sem um pingo de verdade, que volte tudo em dobro. ;)

p.s. : tô revoltada mesmo! PQP! e que essa droga de colesterol baixe pra eu comer chocolate e ser feliz!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A arte de ser intrigante.

Acho fascinante o dom que certas pessoas têm de ser fascinantes. Pessoas únicas que te intrigam de uma forma tão absurdamente fantástica que são capazes de te tirar o sono em uma noite qualquer porque simplesmente não são facilmente decifráveis. Que coisa admirável de se ver, sério.
E o mais interessante disso tudo é poder conhecer alguém assim. Ou melhor, ser permitido a adentrar no mundo particular dessa pessoa que a primeira vista é bizarra, meio ambígua e talvez até um pouco contraditória, mas que com o tempo se revela estranhamente "normal" pra ti, que querendo ou não é muito parecido com ela, e que acabou se identificando com essa heterogeneidade toda. Pode até ser que tu discorde de certos pontos da personalidade do indivíduo em questão,  mas essas "falhas" são tão pequenas se comparadas ao tamanho caráter que o infeliz tem que acabam sendo "engolidas". E sabe que é até bom que esses defeitos existam? Gente perfeita demais aos nossos olhos cansa, perde um pouco o valor. 
Eu fico feliz de poder desvendar quem me intriga. E o melhor, poder compreender tão bem essa pessoa (ok, nem tão bem assim.. pessoas assim nunca se revelam por completo) a ponto de se colocar nas situações que ela vive, sentir o que ela sente e compartilhar da opinião dela. O fato de poder criar laços com alguém que te cativa por causa da personalidade me faz voltar a acreditar que em meio a tanta hipocrisia e mau-caráter presentes na sociedade, pequenos seres insurgem só pra te mostrar que eles existem e que não vão te deixar passar sozinho pelo mundo, mas vão apoiar os teus ideais e vão compartilhar idéias semelhantes contigo, simplesmente porque elas pensam como tu e precisam ser desvendadas, assim como eu também preciso.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Como assim?

Eu não sei muito bem o nome dessa coisa doida que eu venho sentido nas últimas semanas... Parece um misto de tensão e tranquilidade, apego e desapego, alegria e rancor, tudo junto e ao mesmo tempo. A coisa é tão estranha que se contradiz a todo tempo: é uma calma extrema que me deixa nervosa, uma alegria repentina que me deixa triste e uma confiança absurda que me deixa com um pezinho atrás.. Eu não consigo definir isso, mas eu posso dizer com todas as letras que eu tô numa fase meio estranha, carregada de coisas novas e impalpáveis.
Admito que tô com medo. Já é julho e eu sinto que perdi muito tempo nesses 7 meses que se passaram, mas ao mesmo tempo (olha a repetição de palavras tamara...) eu sei que coisas boas vem acontecendo à minha volta (isso é outra coisa bizarra, ainda não consigo definir se isso é bom mesmo). Além disso, eu ando sentindo um vazio estranho dentro de mim, uma espécie de bolha de ar que só tá ali pra impedir que algo edificante tome o seu lugar. 
Que confusão. Acho que 2013 tá meio indiferente comigo, ou melhor, tá deixando que eu tome as minhas próprias decisões e arque com as consequências delas, e isso me dá medo, porque me obriga a amadurecer certas áreas da minha vida que eu julgava "prontas" em matéria de maturidade. 
AH, SEI LÁ!
Minha cabeça tá uma doideira só... E o pior é que eu não sei o quão bom e o quão ruim isso é.